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Auto-de-fé de Barcelona
[editar] HistóriaMaurice Lachâtre, editor francês, achava-se estabelecido em Barcelona com uma livraria, quando solicitou a Kardec, seu compatriota, em Paris, uma partida de livros espÃritas, para vendê-los na Espanha. Quando os livros chegaram ao paÃs, foram apreendidos na alfândega, por ordem do Bispo de Sevilha, sob a alegação de que "A Igreja católica é universal, e os livros, sendo contrários à fé católica, o governo não pode consentir que eles vão perverter a moral e a religião de outros paÃses"[1]. O mesmo eclesiástico recusou-se a reexportar as obras apreendidas, condenando-as à destruição pelo fogo. O auto-de-fé ocorreu na esplanada de Barcelona, à s 10h30 da manhã. Conforme lista oficial transcrita na "Revue Spirite", foram queimados os seguintes tÃtulos:
A mesma fonte informa terem assistido ao evento:
O evento causou viva impressão através da imprensa de todo o mundo à época, evocando as antigas fogueiras do Santo OfÃcio, chamando a atenção para as obras espÃritas. Notas
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